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Kolleginnen und Kollegen bei GE in Mannheim
Gewerkschaft der IGM in Mannheim

 

Kolleginnen und Kollegen,

Wir, Gewerkschaften im Dachverband der Metaller in der CUT, CNM/CUT, der etwa 700 000 Arbeitnehmerinnen und Arbeitnehmer in Brasilien vertritt, darunter auch die ArbeitnehmerInnen an den drei Standorten von GE, erklären mit diesem Schreiben unsere Solidarität mit unseren Kolleginnen und Kollegen, die bei GE, ehemals Alstom, Mannheim, in einen Arbeitskampf getreten sind.

Die Globalisierung und ihre Folgen wirken sich immer negativer auf die Arbeitswelt aus. Arbeiterinnen und Arbeiter können aber nicht den Preis für Fehler des Managements oder für eine Verlagerung der Fertigung aus rein kapitalistischen Gründen der Gewinnmaximierung zahlen.

Wir leben in Zeiten, in denen die Demokratie selbst und die hart erkämpften Arbeitnehmerrechte zahlreichen Angriffen ausgesetzt sind. Das gilt weltweit, aber besonders für Lateinamerika. Wir sind daher überzeugt, dass sich ArbeitnehmerInnen weltweit miteinander solidarisieren und den Kampf für eine gerechtere Gesellschaft unbeirrt fortsetzen müssen.

Gewerkschaftliche Grüße,
Maicon Michel Vasconcelos
Sekretär Internationale Beziehungen

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Companheiras e companheiros na GE em Mannheim
Sindicato IGMetall de Mannheim

 

Companheiros (as),

Nós da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT, CNM/CUT, que representa cerca de 700 mil trabalhadores e trabalhadoras em todo Brasil, entre estes, trabalhadores (as) de três unidades da GE, expressamos por meio desta nossa total solidariedade à luta dos companheiros e companheiras metalúrgicos, trabalhadores da GE, antiga Alstom em Mannheim, na Alemanha.

Os efeitos da globalização tem cada vez mais penalizado a classe trabalhadora. Os trabalhadores e trabalhadoras não podem pagar a conta por equívocos na gestão da empresa ou pela reestruturação produtiva determinada pelo capital.

Embora estejamos passando por um momento conjuntural de retrocessos e ataques constantes à democracia e aos direitos conquistados à duras penas pelos trabalhadores e trabalhadoras, ataques estes que vêm sendo orquestrados no mundo e em especial na América Latina, entendemos que é momento da classe trabalhadora, mais do que nunca reforçar os laços de solidariedade e seguir com sua história de resistência e de luta por uma sociedade mais justa e igualitária.

Saudações sindicais,
Maicon Michel Vasconcelos
Secretário de Relações Internacionais

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